- Os Estados Unidos ampliaram e quase triplicaram a lista de países cujos cidadãos poderão ter que pagar cauções (ou “bonds”) de até US$ 15.000 como condição para solicitar certos vistos B-1/B-2 (turismo e negócios). A Venezuela está entre os países incluídos nessa expansão.
O que está acontecendo
- A administração americana expandiu um programa (chamado visa bond ou caução de visto) que exige depósitos financeiros de US$ 5.000, US$ 10.000 ou até US$ 15.000 de alguns solicitantes de visto.
- Inicialmente eram 13 países, mas recentemente 25 países adicionais foram adicionados, elevando o total para 38 países afetados.
- A lista inclui nações da África, da Ásia e também da América Latina, como Venezuela e Cuba.
- A exigência entra em vigor em 21 de janeiro de 2026 e se aplica a vistos temporários de turista e negócios.
Como funciona
- Os requerentes elegíveis podem ser solicitados a fazer o depósito do valor alocado como garantia antes de obterem o visto.
- Essa caução não garante que o visto será concedido.
- O valor é reembolsado se a pessoa cumprir os termos do visto (por exemplo, sair dos EUA antes do prazo).
Por que isso está sendo feito (segundo os EUA)
O governo dos EUA afirma que a exigência de caução pretende reduzir o número de pessoas que ficam além do prazo permitido pela imigração Críticas
Organizações de direitos humanos e analistas criticam a medida por torná-la uma barreira financeira grande para viajantes de países com renda média baixa ou alta desigualdade, o que pode restringir o direito de viajar e separar famílias. Se quiser, posso montar a lista completa dos 38 países afetados ou explicar como isso pode mudar o turismo e as relações com esses países.
Um total de 38 nações, principalmente da África, América Latina e Sul da Ásia, compõem a lista, que faz parte das restrições impostas por Trump à entrada de estrangeiros