1/4 DA  população dos Estados Unidos vive de salário em salário e gastA quase toda a sua renda com necessidades básicas.
  1. As diferenças são notáveis mesmo dentro da mesma faixa etária.


Quase um quarto das famílias nos EUA vivem de salário em salário, revela estudo

Uma análise recente do Bank of America Institute mostra que 24% das famílias americanas gastam quase toda a sua renda apenas com necessidades básicas, deixando pouco ou nenhum espaço para poupança ou despesas inesperadas.

 Moradia, alimentação, transporte e contas essenciais são os principais compromissos que consomem quase todo o orçamento doméstico

.O estudo destaca que essa realidade não é apenas estatística: milhões de lares enfrentam vulnerabilidade financeira constante, tornando-os mais suscetíveis a crises, desemprego ou emergências médicas.

A incapacidade de economizar pode ter efeitos a longo prazo, incluindo dificuldades em lidar com dívidas, investir em educação ou planejar a aposentadoria.

O custo de viver no limite

Especialistas em finanças pessoais apontam que fatores como inflação persistente, aumento do aluguel, gastos com saúde e educação pressionam os orçamentos familiares. Em cidades com alto custo de vida, como Nova York, San Francisco e Los Angeles, muitas famílias relatam que o salário mal cobre as despesas básicas.

“Muitas famílias não têm folga financeira alguma. Qualquer imprevisto, desde um conserto de carro até uma despesa médica inesperada, pode gerar dívida imediata”, explica Jennifer Lee, analista do Bank of America Institute.

Além disso, a pesquisa revela que a proporção de famílias vivendo no limite é particularmente alta entre trabalhadores de baixa e média renda, sendo mais comum entre famílias jovens e em regiões urbanas.

Estratégias para sobreviver

Para lidar com essa pressão, muitas famílias adotam medidas como:
  • Trabalhar horas extras ou empregos adicionais

  • Priorizar pagamento de contas essenciais

  • Reduzir despesas não essenciais

  • Evitar acumular dívidas de alto custo

No entanto, especialistas alertam que essas soluções são temporárias e limitadas, e não substituem políticas públicas de proteção social ou iniciativas que ajudem a reduzir custos básicos e ampliar o poder de compra.

Perspectivas futuras

Com a economia dos EUA enfrentando desafios como inflação persistente e aumento do custo de moradia, a situação das famílias vivendo de salário em salário pode se agravar, caso não haja medidas estruturais de apoio. Organizações financeiras e de defesa do consumidor reforçam a necessidade de educação financeira, incentivos à poupança e programas que ajudem a reduzir o peso das despesas essenciais sobre a renda familiar.

“Sem mudanças, essa tendência ameaça a estabilidade econômica de milhões de lares e a segurança financeira de futuras gerações”, conclui Jennifer Lee.

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 Por exemplo, as famílias millennials de renda mais alta viram seus salários médios crescerem 5% mais rápido do que os salários das famílias de renda mais baixa da mesma geração.

  1. Enquanto isso, a Geração X, com rendimentos mais altos, superou seus pares de rendimentos mais baixos em 4%. Por sua vez, os baby boomers (nascidos entre 1945 e 1964), com rendimentos mais altos, viram seus salários aumentarem, enquanto seus pares de rendimentos mais baixos estão sofrendo reduções

  2. .Consequentemente, esses grupos de renda mais alta "estão mais aptos a absorver o recente ressurgimento da inflação devido ao seu considerável crescimento salarial,

    enquanto o crescimento salarial das famílias de renda mais baixa não acompanhou esse ritmo", conclui o relatório.

  3. Na verdade, 29% das famílias de baixa renda vivem de salário em salário, em comparação com 28,6% em 2024 e 27,1% em 2023.Essa tendência “provavelmente se deve à desaceleração do crescimento salarial nesse grupo”, afirmam os responsáveis pela análise.

  4. Assim, “os salários dos trabalhadores de baixa renda têm se moderado em relação aos dos trabalhadores de alta renda desde o início de 2025”.

    A geração X e os millennials são os que vivem sob as maiores pressões financeiras.


  5. A análise também destaca as diferenças de idade entre aqueles que enfrentam maiores dificuldades econômicas

  6. .Segundo os dados, um número maior de famílias de meia-idade, como as da geração millennial (nascidas aproximadamente entre 1981 e 1996) e da geração X (entre 1965 e 1980), com rendimentos mais baixos, são as que têm sofrido os maiores aumentos na sua pressão financeira.